"Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos com as atrocidades praticadas contra outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados." ― Vladimir Herzog

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Painel Paulo Freire, obra de Luiz Carlos Cappellano.

Painel Paulo Freire, obra de Luiz Carlos Cappellano.
#PauloFreireMereceRespeito #PatonoDaEducaçãoBrasileira #PauloFreireSempre

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Caminhos da Parceria recupera a PA-125 em Paragominas

O programa Caminhos da Parceria, da Secretaria Estadual de Transportes (Setran), está promovendo a recuperação da PA-125 em Paragominas, num trecho de 54 quilômetros. A rodovia faz ligação com os estados do Maranhão e Tocantins e atende a cerca de 300 veículos diários, como ônibus, caminhões e carros de passeio.

A rodovia foi, no passado, um trecho da Belém/Brasília (BR-010) que sofreu alteração em sua trajetória passando a ser apenas uma rodovia estadual de pouco uso. Com o crescimento da economia da região, a PA-125 voltou a ser importante corredor de tráfego e sua condição foi piorando inclusive pela falta de manutenção dos governos passados.

Neste ano, dentro do programa Caminhos da Parceria, A Setran fechou acordo com a indústria madeireira Concrem, produtores que residem às margens da rodovia, entre outros.

Com a parceria, a Concrem disponibilizou as máquinas pesadas, a comunidade deu o apoio logístico e a Setran disponibilizou o combustível e o projeto técnico para as obras. Com isso, barateou custos, acelerou as obras e a comunidade foi beneficiada.

O secretário Valdir Ganzer inspecionou as obras, acompanhado de empresários e técnicos e pôde ver que boa parte da rodovia está em bom estado de conservação, enquanto outros ainda causam problemas para os veículos trafegarem. “Com a chegada do verão, as obras serão intensificadas de maneira que todo o trecho esteja concluído ainda no segundo semestre”, adianta o secretário.

O morador da região Bolívar Oliveira, que está à frente das obras, destaca a importância da rodovia para os produtores rurais e moradores das vilas de São João e Conceição, que ficavam praticamente ilhadas no inverno. “Tinha dia que não se conseguia chegar a Paragominas”, desabafa.
Fonte:Agência Pará

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Campanha contra a Pedofilia na Internet

DIGA NÃO!

PORNOGRAFIA INFANTIL É CRIME.
DENUNCIE!
O que diz a lei

Constituição Federal
Art. 227 - É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
§ 4.º A lei punirá severamente o abuso, a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente.

Estatuto da Criança e do Adolescente, lei 8.069/90
Art. 5° - Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
Art. 241 - Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente: Pena - reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.
§ 1º Incorre na mesma pena quem:
I - agencia, autoriza, facilita ou, de qualquer modo, intermedia a participação de criança ou adolescente em produção referida neste artigo;
II - assegura os meios ou serviços para o armazenamento das fotografias, cenas ou imagens produzidas na forma do caput deste artigo;
III - assegura, por qualquer meio, o acesso, na rede mundial de computadores ou internet, das fotografias, cenas ou imagens produzidas na forma do caput deste artigo.
§ 2º A pena é de reclusão de 3 (três) a 8 (oito) anos:
I - se o agente comete o crime prevalecendo-se do exercício de cargo ou função;
II - se o agente comete o crime com o fim de obter para si ou para outrem vantagem patrimonial.

CAMPANHA PÚBLICA CONTRA A PORNOGRAFIA INFANTIL NA INTERNET

Quem insere fotos de conteúdo sexual envolvendo crianças ou adolescentes na Internet, segundo o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, está cometendo um crime. A pessoa que fizer essa publicação está sujeita às penalidades do artigo acima citado.
É bom ressaltar que somente a publicação de fotos envolvendo crianças e adolescente constitui crime. Publicar fotos de adultos não é crime.
Se você encontrou alguma página na Internet com imagens de crianças e/ou adolescentes submetidos a situações constrangedoras, poses sensuais ou atos sexuais, denuncie!
Copie o endereço da página e envie para o UNICEF! Não envie fotos, pois você poderá ser acusado de repassar material pornográfico infantil.

sábado, 31 de maio de 2008

Territórios da Cidadania destina mais de R$ 1,2 bilhão ao Pará

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, e prefeitos dos territórios paraenses assinaram nesta sexta-feira (30), no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o Acordo de Cooperação Federativa que formaliza a participação dos governos federal, estadual e municipais na execução do Programa Territórios da Cidadania. A solenidade contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O Pará possui cinco Territórios da Cidadania e irá receber, nesta etapa, mais de R$ 1,2 bilhão para investimentos em ações fundiárias, de assistência técnica, saúde e educação em 57 municípios. O Territórios da Cidadania, lançado em fevereiro deste ano, irá levar aos municípios com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil um conjunto de políticas públicas de 19 ministérios.

Neste primeiro ano, a ação conta com R$ 11,3 bilhões para serem aplicados em 60 regiões com baixo dinamismo econômico. Dois milhões de famílias de agricultores familiares serão beneficiadas, além de assentados da reforma agrária, quilombolas, indígenas, pescadores e de comunidades tradicionais em 958 municípios.

“É um esforço do Governo Federal para reverter a lógica que existia neste país: as regiões mais pobres não recebiam as verbas que eram previstas”, afirma o ministro Guilherme Cassel. Ele destaca a transparência que o programa possui, já que todas as informações de obras e ações estão disponíveis no endereço eletrônico www.territoriosdacidadania.gov.br.

“Trata-se de um programa com um controle social muito intenso e de alta transparência. Pela internet qualquer cidadão poderá acompanhar a efetivação das obras”, diz Cassel. O ministro ressalta a participação social, já que as comunidades discutem as suas prioridades. “Queremos um meio rural mais justo, mais solidário, com mais distribuição de renda, educação, saúde, cultura e cidadania”, afirma Cassel.

Investimentos do Territórios da Cidadania no Pará:

Território Baixo Amazonas

Recursos: R$ 237,4 milhões
Ações: 53
Principais ações: Programa Bolsa Família irá beneficiar 56.443 famílias, com investimento de R$ 58,5 milhões; Onze mutirões do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural; Crédito do Pronaf para 8.771 contratos, com investimento de R$ 51,2 milhões.

Território Marajó

Recursos: R$ 128,4 milhões
Ações: 52
Principais ações: 9.762 agricultores familiares assistidos pelo programa de Assistência Técnica e Extensão Rural, com investimento de R$ 2,8 milhões; 3.933 toneladas de alimentos adquiridos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com recursos da ordem de R$ 2,2 milhões; 836 famílias atendidas (100% das famílias dos territórios cobertas por agentes comunitários de referência) com a ampliação do acesso à população dos territórios à Atenção Básica por meio dos Agentes Comunitários de Saúde.

Território Nordeste Paraense

Recursos: R$ 234,7 milhões
Ações: 50
Principais ações: 5.074 ligações de energia do Programa Luz para Todos, com recursos da ordem de R$ 45,7 milhões; Concessão de Crédito Instalação para 13.478 famílias assentadas, com investimento de R$ 2,7 milhões; 4.705 contratos firmados do Pronaf, com investimento de R$ 38,4 milhões.

Território Sudeste Paraense

Recursos: R$ 228,3 milhões
Ações: 57
Principais ações: 23.500 famílias referenciadas com o Programa de Atenção Integral à Família; Assistência técnica e capacitação a 20.798 famílias assentadas, com R$ 9,3 milhões em recursos; Ampliação do acesso da população dos Territórios à atenção básica por meio da Estratégia Saúde da Família, com a implantação de 28 equipes de Saúde da Família.

Território Transamazônica

Recursos: R$ 397,2 milhões
Ações: 56
Principais ações: Concessão de Crédito Instalação às Famílias Assentadas (Apoio Inicial) para 33.110 famílias atendidas com R$ 34,5 milhões em recursos; 2.432 indígenas atendidos com o programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em áreas indígenas; 37.800 hectares de áreas regularizadas.

Ascom/MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário)
Agência Pará

Decretada política extrativista no Pará

A Política Estadual do Extrativismo, que atenderá uma população composta por cerca de 500 mil pessoas que vivem dessa atividade no Pará, foi instituída pela governadora Ana Júlia Carepa. A política de governo, que será coordenada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (30), por meio do Decreto nº1. 001.

Desenvolvida a partir das informações levantadas pelo Grupo de Trabalho do Extrativismo, das demandas relacionadas pelas populações extrativistas durante a realização do Seminário Estadual do Extrativismo e Populações Tradicionais, em fevereiro desse ano, em Belém, e com base nas orientações da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, a ação de governo busca promover, de forma integrada, o desenvolvimento sustentável da economia extrativista no Pará, resguardando o conhecimento, fortalecimento e garantia dos direitos territoriais, sociais, ambientais, econômicos e culturais das comunidades que vivem do extrativismo, bem como respeitando e valorizando a identidade, formas de organização e instituições.

Dentre as medidas relacionadas para desenvolver a economia extrativista no Estado está o apoio às atividades de uso comunitário e familiar sustentável nas florestas paraenses; a implementação da assistência florestal pública para o desenvolvimento de cadeias produtivas extrativistas; a estruturação de arranjos produtivos locais da economia extrativista; a capacitação e qualificação profissional dos extrativistas; a inserção de linhas de crédito; e a formulação da política estadual de remuneração por serviços ambientais.

Comissão - Para desenvolver a política estadual, a governadora criou no mesmo decreto a Comissão Estadual do Extrativismo (Comex), que será composta pelos membros participantes do GT do Extrativismo, além de representantes da Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepaq) e do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). Outros instrumentos para condução dessa política serão os programas de governo já em curso, tais como o Bolsa Trabalho, Campo Cidadão, Desenvolve Pará, Pará Florestal, entre outros.
Agência Pará

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O desafio do controle sobre atividades ilegais na Amazônia

Manter o controle sobre atividades ilegais na Amazônia brasileira e criar alternativas “concretas” para que as atividades econômicas locais sejam ambiental e socialmente sustentáveis são os desafios do Plano Amazônia Sustentável (PAS) – lançado na última quinta-feira (8) pelo governo federal, na opinião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No programa semanal de rádio Café com o Presidente, Lula afirmou que a iniciativa promete promover o desenvolvimento da região, conservando recursos naturais e a biodiversidade e valorizando as comunidades tradicionais.

Dentre as medidas previstas no plano, ele destacou ações emergenciais da Operação Arco Verde, como agilizar o seguro-desemprego, contratar e capacitar cerca de 2,5 mil agentes de defesa ambiental para a prevenção e o combate a incêndios florestais.

Já atividades sustentáveis promovidas pelo Programa de Pró-Recuperação Florestal são citadas por Lula como ações de fomento do PAS. Ele garante que R$ 1 bilhão será usado para recuperar áreas degradadas, para o reflorestamento e para a regularização ambiental na Amazônia.

“[O plano] Também vai dar apoio à comercialização de produtos do extrativismo, incluindo esses produtos na política de garantia de preços mínimos. Vamos treinar 4 mil profissionais de assistência técnica para atender numa fase inicial 100 mil produtores rurais.”

O PAS prevê ainda ações e ordenamento fundiário e territorial, com o levantamento da situação de ocupação dos 36 municípios onde foi detectada a maior taxa de desmatamento. O objetivo, segundo o presidente, é fazer o mapeamento das propriedades e dos postos rurais. Há também a criação de um Cadastro Ambiental Rural.

“Isso é importante, porque o produtor só terá acesso ao crédito, ao fomento e à assistência técnica se fizer parte desse cadastro. Estamos chamando todos à responsabilidade porque não é um problema apenas do governo federal, é um problema de todos nós.”

Lula destaca ainda ações de governança ambiental para a Amazônia, como a liberação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 500 milhões para investimentos em melhorias no processo de licenciamento, gestão territorial, elaboração e implementação do zoneamento. Ele promete que o plano será “uma revolução no tratamento que o Governo vai dar para o desenvolvimento da Amazônia”.
Agência Brasil

Salários na indústria tiveram aumento de 8,7% em março, na comparação com 2007

Os empregados na indústria ganharam 8,7% a mais em março deste ano, em termos reais (descontando a inflação), na comparação com o mesmo mês do ano passado. O dado faz parte da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário divulgada, hoje, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa foi a vigésima quarta taxa positiva consecutiva. Houve crescimento em todos os locais pesquisados, com destaque para o estado de São Paulo, onde a renda média dos trabalhadores cresceu 9,6%. Em seguida vieram Minas Gerais (12,6%) e Região Nordeste (9,9%).
A economista Denise Cordovil, da Coordenação de Indústria do IBGE, informou que foram as indústrias de meios de transporte e máquinas e equipamentos as que mais puxaram para cima a renda dos trabalhadores.
“Houve um crescimento da produção de bens de consumo duráveis, como automóveis, favorecidos pelas melhores condições de renda, emprego e crédito no país. E os empresários continuam apostando no crescimento da indústria, através da aquisição de máquinas e equipamentos”, explicou a economista. O número de horas pagas também aumentou, apresentando aumento de 2,6% entre março de 2007 e o mesmo mês deste ano. De acordo com Denise Cordovil, a porcentagem é um reflexo do aumento de horas extras pagas e do próprio aumento do emprego, “que continua a crescer no primeiro trimestre deste ano embora em ritmo um pouco mais lento que o do último trimestre do ano passado”.
Nos primeiros três meses deste ano, o emprego industrial cresceu 3% , contra 3,6% no quarto trimestre de 2007. Entre janeiro e março do ano passado, o aumento foi de 1,2%.

Agência Brasil

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Brasil pode produzir biocombustível sem comprometer segurança alimentar

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse hoje (9) que as energias renováveis representam a saída para a “confusão climática” enfrentada pelo planeta e defendeu a produção de biocombustíveis no Brasil.

“O Brasil pode ter uma produção de biocombustível sem comprometer a segurança alimentar e o meio ambiente”, afirmou a ministra, em entrevista a emissoras de rádio no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília.

Marina Silva disse que, com a produção de biocombustíveis, sobretudo do etanol, o Brasil pode oferecer uma “contribuição” aos países. “O Brasil possui uma grande quantidade de terra fértil – mais de 300 milhões de hectares de área agricultável e mais de 50 milhões de hectares de áreas de repouso. Todo o nosso esforço de mais de 30 anos nos dá oportunidade de contribuir.”

Segundo ela, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento já faz um zoneamento agrícola do país para que se delimitem as áreas consideradas de risco, as áreas em que pode haver produção e as áreas onde pode haver plantações.

No caso da Amazônia brasileira, ressaltou Marina, a decisão do governo federal é proibir o plantio da cana-de-açúcar para a produção de etanol.

“Para os biocombustíveis se constituírem em uma alternativa neste momento, terá que ser com sustentabilidade ambiental e social, com produção com respeito à reserva legal, com respeito aos ecossistemas, observando a capacidade de suporte deles e observando a capacidade de suporte no que concerne a segurança alimentar”, concluiu a ministra.

Agência Brasil

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Biocombustível

Estudo indica que ações paralelas afetam podução de alimentos e abastecimento

Estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo) em parceria com a University of Illinois, dos Estados Unidos, apresentou possíveis razões para a crise dos alimentos. A produção de biocombustíveis em todo o mundo, embora seja citada no trabalho, não aparece como conseqüência principal para o problema, contrariando estudos e declarações recentes.

Além de apontar as mudanças climáticas bruscas em todo o planeta como fatores de risco, o relatório apresentado durante o Biofuel and Society Workshop considerou o aumento populacional e, conseqüentemente, o maior poder de consumo, que afeta os recursos naturais, como responsáveis pelo grave momento da produção agrícola, que segue em queda.

As estimativas utilizadas para conclusão do relatório consideram o ano de 2050 como limite de estudo e indicam, segundo a atual margem de desenvolvimento mundial, que a produção deverá ser efetivamente maior para atender à demanda populacional, ou estará escassa em 42 anos.

Biocombustível não é vilão

De acordo com o relatório, a produção de biocombustíveis não é isoladamente a vilã da crise. A indústria química, com a larga utilização de fertilizantes e inseticidas nas plantações, a baixa mecanização rural – que utiliza majoritariamente força animal nos processos produtivos – e o desrespeito às questões ambientais – como queimadas e a devastação de florestas tropicais – também são preponderantes para a agravar o problema.

Dentre as sugestões propostas pelo grupo de estudos estão o fomento à criação de cooperativas agrícolas, a limitação do uso de produtos químicos nas plantações e a implantação global de redes sanitárias mais adequadas.




sexta-feira, 18 de abril de 2008

Emprego com carteira assinada bate mais um recorde

O Brasil criou em março deste ano 206.556 empregos com carteira assinada. O número superou em 41% o recorde anterior, ocorrido em março do ano passado. É o maior resultado para este mês desde o início da série histórica, em 1992.
Os números são do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado quinta-feira (17) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
O setor que mais contratou foi o da construção civil, que gerou 33.437 novos postos de trabalho, o que significa 2,09% a mais que em fevereiro.
Agência Brasil

domingo, 13 de abril de 2008

Clã devastador



O ex-prefeito tucano de Paragominas, Sidney Rosas, nos últimos anos tem tentado vender imagem de “vanguardista ambiental”, como vice-presidente da Fiepa, num esforço imenso para nos fazer crer, o município dele ser um “reflorestador”.


Ao lado do seu sucessor, o prefeito Adnam Demachki, o empresário-madeireiro tem promovido seminários, encontros, marketing de todo naipe, no sentido de esconder os desmandos do setor florestal que ambos representam à frente de um grupo de outros cinqüenta madeireiros da região Nordeste.

Sidney Rosas e Adnam chegaram ao cúmulo, dia desses, de oficiar à Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) pedido de revisão das licenças de operação das siderúrgicas instaladas em Marabá, numa proposição com resignado objetivo de inviabilizar o Distrito Industrial de Marabá.

Em determinado trecho do documento, os chefes do clã de desmatamento do Nordeste asseguram que as guseiras “possuem licenciamento ambiental arcaico, uma vez que o processo administrativo não atentou para a necessária sustentabilidade do fornecimento de matéria-prima florestal para a realização da transformação de minério de ferro em ferro gusa.”

O que não é mentira.

Mas a hipocrisia do documento chega ao limite quando oito prefeitos, liderados por Adnam, sugerem “revisão e nova análise nos procedimentos para projetos de licenciamento elaborados há mais de dez anos na região”. Finalizam clamando a sociedade a lutar pela preservação do meio ambiente, como se esquecessemos da destruição desenfreada por eles patrocinadas na querida Paragominas.

Pois bem, a mentira deslavada dos signatários do documento, e seus idealizadores, entre os quais está Sidney Rosas, foi desmoralizada na semana que acaba.

Uma equipe de fiscalização do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) autuou a empresa do ex-prefeito de Paragominas com multa de de R$ 100.000 por prática de atividade ilegal no desmatamento de florestas no município.

Agora veja, a empresa devastadora possui até Iso 9001!

Fonte: Blog do Jornalista Hiroshi Bogéa
www.hiroshibogea.blogspot.com

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Entram em vigor as novas regras do Conar para propaganda de bebidas alcoólicas

O Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária, entre outras medidas definiu que a publicidade não poderá ter “apelos à sensualidade e que modelos publicitários jamais serão tratados como objeto sexual”.
Publicidade de bebidas alcoólicas não deve conter apelo sexual
Estão em vigor desde quinta-feira (10) as novas regras que o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) definiu para a propaganda de bebidas alcoólicas. Entre as orientações às empresas está a de levar em conta a proteção à criança e ao adolescente, que não devem ser foco da peça publicitária – todas as pessoas que aparecerem devem ter ou aparentar mais de 25 anos.
A publicidade também deve considerar o princípio da responsabilidade social, para não estimular o consumo exagerado ou irresponsável. E não deve conter apelo sexual, apresentar ou sugerir a ingestão do produto, segundo as regras publicadas no endereço eletrônico www.conar.org.br.
As peças publicitárias não devem ainda conter argumentos que associem o consumo a coragem, maturidade ou êxito profissional. No rádio e na televisão, elas estão restritas ao horário entre 21h30 e 6h, sempre contendo frase de advertência sobre os riscos da ingestão desse tipo de bebida.
As novas regras complementam o Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária. As empresas que não o cumprirem podem receber de uma advertência a uma solicitação do Conar para que os meios de comunicação suspendam a publicidade. O Conselho de Ética pode manifestar publicamente sua posição sobre a infração.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

"Paragominas e a sua estreita relação com a Amazônia"

Adeus à floresta

Enquanto, na "corrida para oeste", avançava a frente de construção da nova capital da República e da primeira estrada ligando por terra o Brasil à Amazônia, da capital da Amazônia partia uma frente científica na direção da área que seria atravessada pela rodovia Belém-Brasília, na metade da década de 50 do século passado. Enquanto o engenheiro Bernardo Sayão comandava um exército de máquinas pesadas e milhares de trabalhadores braçais, que abririam uma linha com dois mil quilômetros de extensão e 30 metros de largura entre o Planalto Central e a foz do rio Amazonas, técnicos do programa de pesquisa da FAO (a agência da ONU para agricultura e alimentação) e da SPVEA (Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, primeira agência de planejamento regional do país), tentavam inventariar a riqueza florestal que havia ao longo do traçado da primeira via de incorporação da Amazônia à economia nacional.
Era uma floresta com elevada densidade de árvores, com mais de 300 espécies identificadas por hectare, algumas de alto valor comercial, como o mogno e o cedro. Em um quarto da sua extensão, ao longo de 500 quilômetros no Pará, a Belém-Brasília atravessava uma compacta massa vegetal, que ocupava os dois lados da pista, sem qualquer clareira.
Parecia que estariam disponíveis ali os elementos para uma ocupação racional da nova fronteira que o Brasil estava incorporando ao se mover dentro do seu próprio território: uma evidente riqueza natural, a floresta, razoavelmente identificada por cientistas, que haviam se antecipado aos agentes produtivos na avaliação do recurso, produto que se tornaria acessível ao mercado através de uma estrada-tronco.
Quando o primeiro grande núcleo urbano se formou, porém, o que o colonizador queria era colocar abaixo a floresta e limpar o terreno para a formação de campos de pastagem e, secundariamente, de agricultura. A cada novo verão, dezenas de milhares de árvores eram atiradas ao fogo. Com tanta oferta, logo começaram a se instalar serrarias. Nos primeiros negócios, o madeireiro tinha apenas o trabalho de arrastar as enormes toras até o pátio da serraria, bem perto da mata, no curto espaço de tempo que o fazendeiro lhe concedia para livrar a futura pastagem do estorvo das árvores, sem pagar um tostão. Findo o prazo e havendo ainda madeira no terreno, o fogo completava o serviço.
O que interessava ao pioneiro era o gado, que amansaria a terra e incrementaria o desenvolvimento. A terra era muito barata e, além disso, havia o dinheiro do governo para financiar, praticamente a custo zero, os chamados "projetos agropecuários". Tudo era, então, lucro - rápido, volumoso, certo. O futuro seria entregue aos cuidados de Deus, brasileiro por delegação dos seus conterrâneos compulsórios.
Logo os pastos começaram a ser invadidos por ervas daninhas e o solo foi-se compactando. Para manter a alimentação do rebanho, o fazendeiro já precisava de novos tratos culturais. O dinheiro dos incentivos fiscais oficiais havia sido queimado no avanço pela floresta através da pata do boi. A madeira começou a ser vendida às serrarias para financiar a melhoria dos pastos ou sua expansão. Ainda havia muita madeira, tanta que o município de Paragominas, o mais dinâmico da região, chegou a ter mais de 400 serrarias em sua jurisdição, recorde mundial.
Quem chegava à sede municipal nessa época ficava abalado pela quantidade de fumaça no ar, lançada à atmosfera (e sobre as pessoas) por rústicos fornos (de "rabo quente"), que queimavam pó e sobras de madeira. Parecia a Inglaterra do início da industrialização, vista por Charles Dickens. No auge do verão, o céu sumia atrás de uma massa de ar saturado pela fumaça escura e densa, partículas resistentes do lenho fazendo volutas de piromania.
"Caminho das onças"
Quarenta anos depois de ser inaugurada por Juscelino Kubitscheck, em 31 de janeiro de 1961, num dos últimos atos de JK antes de passar a faixa presidencial a Jânio Quadros (que batizaria a grandiosa obra do Plano de Metas do antecessor de "caminho das onças"), a Belém-Brasília oferece a quem a percorre atualmente uma paisagem diametralmente oposta.
Não há mais floresta virgem ao longo de todo o percurso. Não é visível a olho nu o mais tênue remanescente daquela mata de alta densidade que a Missão FAO/SPVEA inventariou. Ainda há mais de 250 serrarias em atividade em Paragominas (um número que continua a ser impressionante), mas elas têm que ir buscar madeira para suas necessidades a uma distância mínima de 200 quilômetros, freqüentemente no vizinho Maranhão. Milhares de hectares de pastos foram abandonados, imprestáveis. A compactação do solo em determinadas áreas inviabilizou a agricultura. Poucos dos verdadeiros pioneiros subsistiram.
Alguns têm esperança em tempos melhores. Uma das três únicas empresas florestais que possuem selo verde no Pará está instalada às proximidades da Belém-Brasília. Os fazendeiros aprenderam a consorciar culturas e a dar um uso mais inteligente às suas terras. Bosques formados a partir dessa nova visão começam a se multiplicar. Mas é enorme o desafio que se impõe aos produtores empenhados na recuperação de uma vasta área degradada pela imperícia e o descaso para com a natureza. O balanço do custo/benefício ainda é altamente deficitário. Há os que prevêem o restabelecimento da atividade florestal da área, mas muitos são céticos a esse respeito. Torcem o nariz quando lhes é apresentada uma dessas alternativas, o cultivo de soja.
O exemplo da colonização da Belém-Brasília é um testemunho perturbador contra a vocação florestal da Amazônia. A vocação é evidente numa região que concentra um terço das florestas tropicais do planeta e que pode exibir números de peso. A renda da atividade madeireira no Pará, o principal produtor da Amazônia, foi de mais de cinco bilhões de reais no ano passado, equivalente a 20% do PIB estadual, gerada por 2.300 empresas, 93% delas de micro a médio porte, das quais dependem meio milhão de pessoas.
Mas essas grandezas desaparecem no cenário da economia internacional. O Pará, que é responsável pela maior parte de toda a madeira tropical consumida no Brasil, produz menos de 30 milhões de metros cúbicos anuais. O consumo mundial de madeira é de quase 3,5 bilhões de metros cúbicos. Ou seja: a participação paraense é inferior a 1%. Como 80% da madeira produzida no Pará é ilegal, isso significa que a floresta é desfalcada das suas melhores espécies ou inteiramente posta abaixo sem renovação do estoque. A produção com certificação de qualidade ambiental não vai além de 1% do total. Assim, no dia em que a curva do manejo sustentado dos recursos florestais coincidir com a curva da produção talvez não haja mais mata nativa, só reflorestada ou manejada. Se as duas curvas não estiverem condenadas a ser criaturas paralelas, com ponto de encontro no infinito.
Ritmo veloz
A inserção florestal amazônica é mais veloz no quadro dos problemas e dos danos do que no âmbito das soluções e dos ganhos. Se o que a região produz é um traço no gráfico da produção, o que destrói tem expressão planetária: o desmatamento na Amazônia tem correspondido, nas últimas três décadas, em média, a um quinto de todo o desmatamento no mundo tropical.
O panorama é grave pela restrita ótica dominante, a da atividade florestal que resulta em madeira sólida. Mas adquire a conformação de verdadeira tragédia quando se amplia a visão para o uso múltiplo da floresta. Mesmo ocupando apenas 9% da superfície da Terra, as florestas tropicais concentram metade da biodiversidade do planeta.
Ao ritmo de destruição das décadas de fogo da história recente da Amazônia, o que já se perdeu de informação é assustador, mesmo tendo se tornado praticamente impossível saber o quanto (ou justamente por isso). A bioprospecção, descambando para a biopirataria, é o esforço, freqüentemente ilegal e nocivo ao interesse do Brasil, de montar um cadastro da realidade física da Amazônia e preservar seus testemunhos antes que o operador da motosserra apareça. O estudo das línguas e da cultura dos índios é a recuperação, por via indireta, do conhecimento preste a desaparecer.
Por que essa selvageria predatória ainda prevalece sobre a engatinhante - mas já firme - racionalidade, impedindo que a vocação florestal da Amazônia, livre da camisa-de-força da monocultura madeireira, se afirme no plano das realidades fáticas da sociedade humana na região? As explicações são tão convincentes quanto a força do potencial de biodiversidade da floresta amazônica. Muitas foram apresentadas durante o 32º Congresso Brasileiro de Estudantes de Engenharia Florestal, que reuniu na semana passada em Belém quase 500 participantes. Explica-se, porém não se muda a realidade. Ou muda-se, mas a mudança é muito mais lenta do que a permanência das práticas irracionais, e até sua expansão.
O triste balanço entre o que Paragominas podia ser e o que se tornou há de ser creditado ao custo de aprender a lidar com uma situação tão original quanto a Amazônia através de uma metodologia tão onerosa quanto o ensaio e erro. Depois desse desvio, porém, a região já vivenciou outros capítulos semelhantes, que fizeram o sertão ocupar quase todo o vale do Araguaia-Tocantins, onde também a hiléia patenteara seus domínios, e Rondônia chegar a um grau tal de devastação que hoje os líderes das frentes pioneiras querem uma inversão radical da regra em vigor nas áreas de floresta da Amazônia: a reserva legal deixaria de ser de 80% e passaria a ficar confinada em 20% da área dos imóveis rurais. Rondônia se despojaria de vez de sua condição de área amazônica e se incorporaria ao Planalto Central, abandonando as veleidades ecológicas. Resultado malfadado de uma algaravia de apenas quatro décadas do mais intenso desmatamento em possessão amazônica. Ou ex-amazônica.
Em encontros como a ruidosa confraternização de futuros engenheiros florestais brasileiros, fica cada vez mais tristemente tentador repetir o título de um dos livros recentes sobre a região: Amazônia, adeus.
Fonte: Lúcio Flávio Pinto

domingo, 20 de janeiro de 2008

Geração de emprego no Pará em 2007 teve o segundo melhor resultado histórico

Em 2007, o Pará teve um saldo positivo de 28.003 empregos com carteira assinada, equivalente a uma expansão de 5,83% no ano. Em números absolutos, foi o segundo melhor resultado da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego - iniciada em 1992 -, menor apenas que o ocorrido em 2004, quando se verificou a criação de 28.204 empregos (243.209 admissões e 215.206 desligamentos). No ano passado, o Pará obteve o melhor resultado da região Norte, à frente do Amazonas, com saldo de 22.584 empregos , embora o vizinho estado tenha obtido o melhor desempenho, com crescimento de 7,57%. No período de 2003 a 2007 foram gerados 117.280 postos de trabalhos formais no Pará.
A atividade extrativa mineral paraense teve o melhor desempenho no ano passado, com um crescimento de 15,52% na geração de empregos, vindo depois a construção civil (10,0%), o comércio (8,64%), a agropecuária (5,75%), serviços (5,39%), serviços de indústria e utilidade pública (2,78%) e administração pública (0,29%). Em números absolutos, o primeiro lugar ficou com o comércio, com 11.112 empregos de saldo.
O município de Belém teve o melhor saldo de emprego do Estado em 2007, com 7.167 postos de trabalho, mas apenas 3,71% de crescimento. Depois aparecem Tucuruí, com saldo de 3.397, e Marabá, com 2.560. Mas o melhor desempenho ficou com o pequeno município de Juruti, onde a Alcoa implanta seu projeto de produção de bauxita, com um crescimento de 82,82% na geração de empregos formais. Depois ficou Tucuruí, com 51,99%, graças principalmente à retomada as obras das eclusas.
Por outro lado, Acará teve o pior desempenho do Estado, com queda de 34,36%. Em termos absolutos, Rondon do Pará ficou com a liderança negativa, ao perder 520 empregos. E a região metropolitana de Belém registrou acréscimo de 10.355 empregos formais (4,18%).
Em dezembro, por razões sazonais que marcam a série do Caged (entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas, esgotamento da bolha de consumo no final do ano), verificou-se declínio de 0,77% no nível de emprego no Pará, em relação ao mês anterior, representando a redução de 3.967 postos de trabalho, queda inferior a ocorrida no mesmo período de 2006 (-6.464 vagas).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Quando me amei de verdade



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável…
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama… Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.

Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.

Isso é… Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é…

Saber viver!!!
(Charles Chaplin)

domingo, 23 de dezembro de 2007

MORRE O ATOR NORTON NASCIMENTO

Norton Cândia Nascimento (Belém do Pará, 4 de janeiro de 1962 — São Paulo, 21 de dezembro de 2007) foi um ator brasileiro.
O ator Norton Nascimento, o primeiro galã negro da nova geração da televisão brasileira, faleceu sexta-feira, dia 21, vítima de parada cardíaca provocada por uma infecção pulmonar.
O ator, que estava com 45 anos, havia se submetido a um transplante de coração há 4 anos.
Norton estreou na TV na novela "Os Imigrantes", em 1981, ao mesmo tempo que jogou basquete profissionalmente, o que faria até os 27 anos. Depois de um longo tempo afastado das novelas, assinou contrato com a Globo e participou de "De Corpo e Alma", em 1992. Seus papéis de maior destaque foram o Chicão, da minissérie "Agosto" (1993), o Sidney Noronha, de "A Próxima Vítima" (1995) e o Frei Eusébio, de "O Fim do Mundo" (1996).
No cinema, o ator teve uma ótima atuação no filme "Até que a Vida nos Separe" (1999).

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Pará lidera crescimento de empregos na região Norte

O Pará é o Estado que mais gerou empregos na região Norte nos últimos 12 meses. Com 21.737 novas colocações, apresentou um crescimento de 4,59%. Somente na capital, Belém, foram 3.767 novos postos de trabalho, ou 17,33% do total no estado.

Essas informações fazem parte do estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos do Pará (Dieese-PA), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Os índices apontam para um cenário de expansão. No período analisado, todos os setores econômicos do estado apresentaram saldos positivos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados. O setor extrativo mineral teve crescimento de 14,42%; o comércio, de 7,37%; a agropecuária, de 6,85%; e os serviços, de 3,53%.

Na capital, os setores econômicos que ofereceram novas vagas, nos últimos 12 meses, foram comércio (3,98%) e serviços (2,99%). Além de Belém, merecem destaque os municípios de Ananindeua, Barcarena, Marabá, Parauapebas, Redenção, Tailândia, Tucuruí e Xinguara, que também apresentaram crescimento.

Somente os 51 municípios com mais de 30 mil habitantes do Estado foram responsáveis no período por 208.846 admissões e 188.453 desligamentos, gerando um saldo positivo de 20.393 postos de trabalho.

Segundo o relatório do Dieese, embora esses 51 municípios representem apenas 36% dos 143 municípios do Estado do Pará, responderam nos últimos 12 meses por 93,82% do saldo de postos de trabalho de todo o Estado.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Nutricionistas orientam sobre os benefícios dos Alimentos Funcionais

1) Como podemos garantir uma alimentação saudável?
Vida saudável pressupõe boa alimentação, e nela incluem-se os chamados alimentos funcionais, que podem prevenir alguns tipos de doenças, tais como problemas cardíacos, câncer, diabetes e acidentes vasculares cerebrais. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos metabólicos ou fisiológicos no crescimento, no desenvolvimento e nas demais funções do organismo humano. De acordo com a Anvisa, o alimento ou ingrediente com propriedades funcionais, além de atuar em funções básicas, desencadeia efeitos benéficos à saúde. Seu consumo deve ser seguro para dispensar a supervisão médica.
2) Que nutrientes são indispensáveis para a prevenção de doenças?
Para a boa formação dos ossos, é importante a ingestão de vitamina D, encontrada no leite, na margarina e em alimentos fortificados, além de vitamina K, encontrada em espinafre, brócolis e legumes. Uma dieta rica em cálcio, vitamina D e genisteína auxiliam na prevenção da osteoporose.
Já o licopeno, encontrado em alta concentração no tomate , em seus subprodutos (molhos e ketchup) e também em suplementos nutricionais, é um potente antioxidante, capaz de combater os radicais livres e evitar a oxidação do colesterol ruim. Ele inibe o surgimento de placas de gordura nas artérias, prevenindo o risco de acidentes cardiovasculares. O licopeno também auxilia na prevenção do câncer de próstata.
Os ácidos graxos Ômega-3 e Ômega-6 pertencem a uma classe de gorduras importantes para preservar a saúde do coração, pois previnem a formação de coágulos nas artérias coronárias, veias que levam o sangue ao coração. O Ômega-3 é representado principalmente pelos ácidos EPA e DHA, cuja fonte natural são peixes, como salmão, atum e arenque. Para quem não consome peixe com freqüência, há a opção dos alimentos fortificados, que possuem quantidades extras de Ômega-3, entre eles alguns leites, iogurtes e pães.
Uma dieta rica em nutrientes antioxidantes, como as vitaminas C e E, além dos carotenóides beta-caroteno (pró-vitamina A), luteína e zeaxantina, pode auxiliar no combate às doenças oculares, como a catarata, a cegueira noturna e a degeneração macular relacionada à idade. Entre os alimentos que possuem os nutrientes essenciais para a saúde dos olhos estão: frutas cítricas, brócolis, espinafre, gema de ovo, cenoura, mamão e melão.
3) O que mais devemos considerar para garantir um estilo de vida saúdavel?
Um estilo de vida saudável também exige a prática de exercícios físicos regulares e a administração do stress. Outros cuidados importantes são não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas em excesso.

Homenagem à Paulo Autran


Paulo Autran
por Luiz Zanin.

Quando morre o maior ator do país, o que dizer? Apenas isso: vejam-no em seu grande papel no cinema, o político Porfírio Diaz, em Terra em Transe, obra-prima de Glauber Rocha. Há um momento sublime (e terrível, porque as coisas vêm juntas) quando Autran se dirige à câmera (quer dizer, ao espectador) e brada:

“Aprenderão! Aprenderão!
Dominarei essa terra!
Botarei as nossas históricas tradições em ordem!
Pela força!
Pelo amor da força!
Pela harmonia universal dos infernos,
Chegaremos a uma civilização!”

Esse foi o ápice, mas Paulo Autran contabiliza 21 papéis no cinema. Os últimos – o avô do protagonista de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hambúrguer, e um intelectual francês em O Passado, de Hector Babenco, ainda inédito.

Isso sem falar na TV e no teatro, onde fez de Molière a Shakespeare, sem deixar de encenar os autores novos, como nosso amigo Dib Carneiro Neto, de quem protagonizou a peça Adivinhe quem Vem para Rezar.

Paulo Autran foi completo. Complexo. Grande. Só podemos ser gratos por uma vida assim.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

“I Feira de Ciência e Tecnologia da Escola de Trabalho e Produção do Pará”

A“I Feira de Ciência e Tecnologia da Escola de Trabalho e Produção do Pará”, aconteceu de 03 a 05 de outubro, no ginásio da Universidade do Estado Pará (Uepa), em Belém. O evento teve vasta programação, incluindo palestras, oficinas, mini-cursos e apresentação teatral sobre o tema do meio ambiente.
Foram entregues certificados e brindes às escolas de níveis médio e técnico e aos professores que se destacaram durante o evento.
Os trabalhos apresentados foram resultado dos 12 projetos aprovados pela diretoria de Ciência e Tecnologia da Sedect, beneficiando 39 bolsistas, financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Júnior – PIBIC Júnior.
As bolsas do CNPq foram financiadas, no Pará, com contrapartida financeira do governo do Estado.
Segundo Ana Paula Garcia, coordenadora de projetos da ETPP, foram analisados os trabalhos quanto ao conteúdo teórico e adequação à realidade local.
O diretor-superintendente da ETPP, Jorge Garcia, lembrou do sucesso da feira. “As pessoas que visitaram os estandes ficaram surpresas com o desempenho técnico dos alunos e com os trabalhos apresentados por eles”.
Para o secretário-adjunto da Sedect, João Crisóstomo, “os trabalhos das ETPPs produzidos pelos jovens servem para difusão e popularização da pesquisa no Estado”. De acordo com o secretário-adjunto, “a formação complementar deve ser cada vez mais um objetivo a ser perseguido em todo projeto de educação”.
O encerramento da feira ficou por conta da banda sinfônica da Escola Lauro Sodré.
Premiações:
Escolas-destaque da ETPP

1º lugar
Escola Estadual Agro-industrial Juscelino Kubitschek de Oliveira. (Marituba)
2º lugar
Escola estadual de Ensino técnico profissionalizante Irmã Albertina Leitão. (Belém)
3º lugar
Escola de Trabalho e Produção de Monte Alegre
Jovem pesquisador (PIBIC Júnior)
1º lugar
Bolsista: Rosenilson dos Reis Castro.
Projeto: Estudo da Conservação e Armazenamento de Sementes de Espécies Florestais.
Orientador: Laura Dias dos Santos
2ª lugar
Bolsista: Sandro Gleison da S. Lima.
Projeto: Diagnóstico socioeconômico de uma comunidade pesqueira e agrícola no município de Maracanã para uma investigação sobre Manejo dos Recursos Naturais (bacuri e pescado).
Orientador: José Olenilson Costa Pinheiro.
3º lugar
Bolsista: Rosiane Pereira Rodrigues
Projeto: Avaliação Microbiológica e físico-químico, do Leite cru, comercializado em Latões no município de Paragominas.
Orientador: César Augusto Andrade Carneiro.

4º lugar
Bolsista: Lílian Moreira da Costa.
Projeto: Variabilidade Radial da Densidade Básica e a Contração em Madeira de Paraicá oriunda de Reflorestamento.
Orientador: Roberta da Silva Pinheiro.
Melhor Redação
Aluna: Luiza Jocasta Souza Freitas
ETPP de Itaituba